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SUSTENTABILIDADE EMPRESARIAL

Segunda temporada

por Lucas Braga e Matheus Danta em 12 de Janeiro de 2021
EDITORIAL

Editorial

Região sobrevive como marco ainda pulsante. O preferido de parte dos fortalezenses como 'o lugar para resolver a vida', comprar e ainda usufruir de espaços de lazer: um concentrador de comércio, serviços e história

Na multidão e na ponta do lápis, uma região que aprendeu a se refazer, remodelar, recolorir. Dizemos, da história e da vida, velhice e juventude, do que convencionou-se chamar de coração da Capital do Ceará.

E na Galeria Professor Brandão que se conserta relógio. Dezenas de lojas vendem tecidos na Floriano Peixoto e Major Facundo. Difícil encontrar CDs e vinis em outro lugar de Fortaleza a não ser o Centro. Cartórios, bancos, repartições, vendedores ambulantes, gente, gente, gente. Mas nem só comércio e serviços alimentam a região. Dentre os 350 mil que por ali passam diariamente, há ainda quem mora, quem passeia e quem trabalha.

E a vontade do poder público é variar ainda mais os usos e as vivências ao território que reúne bens tão preciosos ao fortalezense. O projeto Novo Centro está injetando recursos para a readequação que deve garantir sobrevida à região. A mudança de relações deve partir do incremento de cultura, entretenimento, ordenamento e infraestrutura. Assim, o convite estará revigorado, do tipo “venha ao Centro, porque agora ele está reformado e cheio de novidades. Você pode se divertir aqui também”. É mais ou menos assim.

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Região sobrevive como marco ainda pulsante. O preferido de parte dos fortalezenses como 'o lugar para resolver a vida', comprar e ainda usufruir de espaços de lazer: um concentrador de comércio, serviços e história

E na Galeria Professor Brandão que se conserta relógio. Dezenas de lojas vendem tecidos na Floriano Peixoto e Major Facundo. Difícil encontrar CDs e vinis em outro lugar de Fortaleza a não ser o Centro. Cartórios, bancos, repartições, vendedores ambulantes, gente, gente, gente. Mas nem só comércio e serviços alimentam a região. Dentre os 350 mil que por ali passam diariamente, há ainda quem mora, quem passeia e quem trabalha. E a vontade do poder público é variar ainda mais os usos e as vivências ao território que reúne bens tão preciosos ao fortalezense. O projeto Novo Centro está injetando recursos para a readequação que deve garantir sobrevida à região. A mudança de relações deve partir do incremento de cultura, entretenimento, ordenamento e infraestrutura. Assim, o convite estará revigorado, do tipo “venha ao Centro, porque agora ele está reformado e cheio de novidades. Você pode se divertir aqui também”. É mais ou menos assim.

Os primeiros exemplos de mudança no Centro já podem ser vistos: ordenamento do comércio informal nas ruas Liberato Barroso e Guilherme Rocha; novas mil vagas de Zona Azul; Teatro São José reformado; e construção da Calçada Viva na rua Barão do Rio Branco. São exemplos de vários eixos que anunciam a série de transformações no Centro desde agosto.São seis eixos de atuação: Habitação, Política de Apoio a Pessoas em Situação de Rua, Turismo e Cultura, Infraestrutura e Mobilidade, Ordenamento do Comércio Informal e Segurança e Fiscalização.

Entre as principais pautas, estão o estímulo à ocupação habitacional na região central, ao viabilizar até 900 unidades habitacionais. Já o apoio às pessoas em situação de rua se dará por implantação de Pousada Social com até 100 vagas. Haverá ainda construção do Terminal Aberto, ao lado da Praça José de Alencar; a instalação de faixas exclusivas de ônibus; a consolidação de uma agenda cultural única no Centro; e a aquisição de uma célula de monitoramento (segurança).

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Christian Avesque e Bruno Leitão, professores da Faculdade CDL, pontuam os principais desafios para a região, os quais retardam ainda a ampliação dos horários de funcionamento do comércio. Todos os eixos entram no projeto Novo Centro, com planos de resolução práticos até 2019.

1. Informalidade Enquanto camelô muitas vezes usa mão de obra irregular, empresário tem de pagar nota fiscal, funcionários e direitos trabalhistas, tributos e alvará. Assim, caem os preços e a qualidade de produtos e serviços no vendedor informal, consequentemente, derrubando as vendas do comércio formal. O ordenamento dos vendedores ambulantes já é uma realidade, assim como a revitalização das ruas Liberato Barroso, Guilherme Rocha e Barão do Rio Branco (Calçada Viva).

2. Insegurança Má iluminação, má conservação, pessoas em situação de rua e prostituição reduzem a percepção de segurança e conforto no Centro. A tensão prejudica o consumo. O estímulo à habitação da região e aumento de vagas de "pousada social" são ações do eixo de habitação e segurança do Novo Centro. Melhor iluminação e urbanização de várias áreas já são providenciadas.

3. Desconforto e inconveniência Poluições ambiental, sonora e visual se somam ao calor, passeio desagradável, alto preço de estacionamento e distância de bairros das regionais V e VI. A qualificação do paisagismo, junto ao reordenamento e grandes obras infraestruturais já previstas devem melhorar a relação do consumidor com a região. A inclusão de mil vagas de zona azul facilitam o estacionamento; paralelo às faixas exclusivas de ônibus e construção do terminal aberto ao lado da Praça José de Alencar, que qualificam o transporte público.

4. Falta de entretenimento O cliente é fiel aos shoppings porque lá encontra entretenimento paralelo às compras. Solução apontada é reforço do Centro na rota de turismo do Estado, mostrando a riqueza histórica, religiosa e cultural. Qualificação de paisagismo, arquitetura e inclusão de opções de entretenimento nas persas modalidades artísticas.

“Essa atração de vizinhança é rica, porque se pegar uma daquelas lojas e colocar solta numa determinada rua, ela não resiste dois meses. Já quando ela fica próxima às demais, é uma opção de parada ao consumidor. Ou seja, tornou o concorrente se torna porta de atração. Eles são tão amigáveis que até indicam o concorrente: ‘vai aqui do lado que tem’. O centro tem a capacidade de redesenhar o conceito de competitividade. O Centro é acessível a todos o segmentos de mercado, dos que têm condição de compra maior ou menor, de gosto mais simples ou sofisticado. Esse contexto macroambiental faz parte do convite ao Centro da cidade. Tem variedade, persidade, muitas opções, muitas lojas para caminhar. É um encantamento”. ~ Cláudia Buhamra.

Poluições ambiental, sonora e visual se somam ao calor, passeio desagradável, alto preço de estacionamento e distância de bairros das regionais V e VI. A qualificação do paisagismo, junto ao reordenamento e grandes obras infraestruturais já previstas devem melhorar a relação do consumidor com a região. A inclusão de mil vagas de zona azul facilitam o estacionamento; paralelo às faixas exclusivas de ônibus e construção do terminal aberto ao lado da Praça José de Alencar, que qualificam o transporte público.

Na multidão e na ponta do lápis, uma região que aprendeu a se refazer, remodelar, recolorir. Dizemos, da história e da vida, velhice e juventude, do que convencionou-se chamar de coração da Capital do Ceará. Há tanto e tantos no Centro, que é...

Essa atração de vizinhança é rica, porque se pegar uma daquelas lojas e colocar solta numa determinada rua, ela não resiste dois meses. Já quando ela fica próxima às demais, é uma opção de parada ao consumidor. Ou seja, tornou o concorrente se torna porta de atração. Eles são tão amigáveis que até indicam o concorrente: ‘vai aqui do lado que tem’. O centro tem a capacidade de redesenhar o conceito de competitividade. O Centro é acessível a todos o segmentos de mercado, dos que têm condição de compra maior ou menor, de gosto mais simples ou sofisticado. Esse contexto macroambiental faz parte do convite ao Centro da cidade. Tem variedade, persidade, muitas opções, muitas lojas para caminhar. É um encantamento”. ~ Cláudia Buhamra

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Apoio

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Tecnologia

  • Gerente Geral

    Filipe Dummar


  • Gerente de conteúdo e comunicação

    Mauro Santos


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    Maria Fernandes


  • Gerente de Inovação | UX

    Brenda Câmara


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