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Arthur Diniz Cabral

Arthur Diniz Cabral

Arthur Diniz Cabral adora futebol e tem um pai que é "super companheiro". A mãe de Arthur, Ticiane Diniz Cabral, imagina que o filho "é um príncipe", por isso, colocou o nome dele de Arthur. Ela conta que o filho "é uma criança inteligente e se esforça muito", que faz curso de inglês, Kumon e judô. Ufa! Desde quando estava dentro da barriga de Ticiane, ela lembra, Arthur ouvia histórias. Resultado: assim que começou a ler sozinho, o menino também começou a escrever suas próprias histórias de dinossauros. Arthur tem sete anos e "um monte de histórias" escritas e guardadas no computador. Ele gosta mais de escrever sobre dragões e futebol.

Cidade do dragão

É assim: era uma vez uma cidade na China que só tinha pessoas ruins. E, aí, uma onda enorme, que se chamava tsunami e que tinha o tamanho de duas baleias barracudas, destruiu a cidade. E, aí, os dragões chegaram na cidade e construíram a cidade. E trouxeram várias pessoas boas. E aí os dragões e as pessoas brincaram e formaram um time de futebol. Todos os dragões tinham oito cabeças, dez braços. E as pessoas eram reservas. Aí, o jogo terminou de vitória dos dragões por 8 a 0. E todos ficaram felizes.

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Era uma vez... Arthur

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Gabriela Costa

Gabriela Costa

A grande paixão de Gabriela Costa Cordeiro é cantar. Ela canta "desde os três anos" e faz uma dupla perfeita com o pai, que é guitarrista. Os dois são muito afinados no canto e nas brincadeiras. Todas as noites, pai e filha brincam juntos, antes de dormir. "Gosto muito de fazer trilhas. Eu sempre vou lá com meu pai: é subir o morro bem alto e descer correndo!", desenha a menina. Gabriela também gosta muito de ler, desde quando aprendeu a juntar as sílabas. Isso, ela diz, "faz tempo, quando tinha cinco anos. Hoje, eu tenho sete". "Ler é legal porque deixa a mente voar!", Gabriela explica o gostar. A história que a Gabriela quis contar hoje é muito legal: tem até música.

Amigo do meu lado

Bom, eu vou contar o meu talento. É assim, ó: eu gosto muito de cantar. Eu canto desde os três anos. Mas só que, quando eu quero soltar a minha voz, eu tenho muita vergonha. Eu tenho muita vergonha de cantar no palco cheio de gente olhando. Porque, da primeira vez que eu fui cantar, todo mundo riu de mim. Eu tinha três anos. No final, quando eu terminar de contar a minha história, eu vou cantar a minha música preferida. O nome do título é 'Valeu, amigo'. A música apareceu na internet. A minha mãe gravou e eu fico cantando. É assim (NA HORA DA ENTREVISTA, ELA CANTA MESMO):
"Eu ouvi palavras ditas com carinho De que na vida ninguém é feliz sozinho E você é um alguém que sempre me fez bem"

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Sophia Gabriela

Sophia Gabriela

As histórias da Sophia Gabriela Souza Lopes, de oito anos, estão nos livros, nas revistinhas da Turma da Mônica e nos filmes que ela assiste. A imaginação da pequena vai longe quando, na hora de dormir, a mãe, Débora de Souza Paula, abre um livro. Os últimos dias têm sido a vez de conhecer os causos de "O pequeno príncipe". "Não é um livrinho, ele é um livrãããooo. Minha mãe lê umas seis páginas por noite. Aí eu durmo", conta, enquanto diz que precisa sentar em um banquinho. "Eu tenho uma coleção de revistinhas da Mônica, sabia? A minha preferida é o Almanaque do Cebolinha", diz, quando resolve contar uma das historinhas que gosta de ler e ouvir.

Eu vou contar a da Cinderela, mas só um instante. Deixa só eu sentar aqui. Não, eu vou ler pra ti. Vou contar 'Advinha o quanto te amo'. Pode ser?". "Era hora de ir para a cama, e o Coelhinho se agarrou firme nas longas orelhas do Coelho Pai. Ele queria ter certeza de que o Coelho Pai estava ouvindo. - Adivinha quanto eu te amo? - disse ele. - Ah, acho que isso eu não consigo adivinhar - respondeu o Coelho Pai. - Tudo isso - disse o Coelhinho, esticando seus bracinhos o máximo que podia". E a Sophia pôs-se a ler para a repórter todo o livro sobre a história do coelhinho, que nem a mãe dela faz quando é hora de dormir.

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Matheus Viana

Matheus Viana

"Oi, é o Matheus! Meu nome é com 'th', tá? Eu tenho seis anos". Foi desse jeitinho e com um sotaque mineiro que o Matheus Viana de Oliveira começou a contar sua história. Ele tem uma irmã caçula chamada Letícia, lê revistas em quadrinhos, sempre pede explicação sobre o por quê das coisas e quer salvar o planeta. Aliás, o Matheus já começou a salvar o planeta: no colégio, ele inventou uma campanha para reciclar o lixo e sempre chama a atenção de quem joga o lixo no meio da rua ou da praia. "Ele traz todo o lixo da escola pra casa!", diz a mãe do Matheus, Janaína Aparecida Viana de Oliveira.

Como fazer um mundo melhor

Bem, eu gosto de ir pro shopping, pra muitos lugares. E eu fiquei observando que os lugares têm muito lixo. E eu resolvi fazer uma campanha, sabe? Então, eu queria que tivesse uma lixeira em cada rua, pro Brasil ficar melhor. A minha história é sobre o lixo. É assim: eu queria que se fizesse lixeira em qualquer lugar, pro pessoal jogar o lixo na lixeira. E que também, no colégio, a gente pudesse ter uma tarefa por dia sobre o lixo. Eu posso trazer o lixo pra casa, pra reciclar. Eu posso fazer várias coisas reciclando o lixo daqui de casa. Bem, eu já vi que restos de comida podem se transformar em adubo. Então, a gente faz assim: a gente pega o resto de comida e põe numa caixa de madeira. Com os dias, ou talvez um mês, ou talvez alguns anos, o produto vai se transformar em adubo.Pro mundo ficar melhor. Bem, eu não tenho mais o que contar, mas acaba aqui. Mas se eu tiver com alguma coisa na minha cabeça, da minha campanha, eu vou dizer pra você. Um beijo.

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Carla Mirela

Carla Mirela

Invencionice é algo presente nas brincadeiras da Carla Mirela Olímpio Pereira Pompeu. Aos sete anos, ela desenha o que vem na cabeça, pinta e gosta de inventar histórias. "Ela cria e não deixa ninguém opinar", conta a mãe, Márcia Eliana Olímpio Pereira". Se liberasse, ela também ia brincar no computador, mas só pode durante o fim de semana", emenda o pai Antônio Carlos Pompeu Barbosa. Como quase toda criança que tem irmãos, a Mirela "brinca e briga" com a Carla Manoela, que tem oito anos. Os outros irmãos já cresceram e agora inventam histórias de adultos.

Fui eu que criei, mas ainda não coloquei um título. Eu inventei outras histórias, mas ainda não terminei. A história é de uma menina que encontrou um homem perto da casa dela e ele perguntou o que ela queria. Ela falou que queria tudo e o homem perguntou o que era esse tudo que ela queria. E ela disse "tudo de bom" e ela ganhou tudo de bom e dividiu para as pessoas pobres. Mas ainda não acabou. Esse homem perguntou de novo o que ela queria. E ela disse que queria muito dinheiro. Aí ela pegou muito dinheiro e deu para todas as crianças pobres. Só que aí foi ela que ficou sem dinheiro, mas as crianças pobres dividiram todo o dinheiro com ela. Pronto. Acabou a história.

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